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Earnings-Q2-2016_Portuguese

A força do modelo de negócios no longo prazo da Delta ficou evidente nesta quinta-feira, conforme a companhia aérea informou um lucro bruto, na base GAAP, de US$ 2,4 bilhões e lucro bruto ajustado de US$ 1,7 bilhão entre um declínio nas receitas unitárias – a quantidade de dinheiro obtido por cada milha por assento percorrida – e início do aumento dos preços de combustível.

O sólido lucro da Delta foi alcançado apesar da companhia aérea ter reportado um declínio de 4,9% em sua receita unitária neste trimestre, em comparação ao mesmo período do ano anterior. A companhia aérea pretende retornar para um crescimento na receita unitária até o fim de 2016, conforme os preços de combustível aumentam.

“A grande economia, em comparação ao ano anterior, por conta de preços mais baixos de combustível estará para trás até o fim deste ano”, disse Ed Bastian, CEO da Delta. “É importante que nossos objetivos financeiros de longo prazo sejam atingidos para que as receitas unitárias voltem para uma trajetória positiva.”

Com o câmbio sob uma grande pressão por conta da queda drástica da libra esterlina e a incerteza econômica após a decisão do Reino Unido sair da União Europeia, a Delta decidiu reduzir seis pontos da capacidade entre os Estados Unidos e o Reino Unido durante o inverno no hemisfério norte. Estas ações reduzirão a capacidade do sistema em aproximadamente um ponto no quarto trimestre de 2016 e a Delta espera aumentar sua capacidade do sistema em 1% durante este período, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

“Enquanto a receita de ambiente permanece desafiadora, com dificuldades persistentes por conta de rendimentos domésticos e incerteza geopolítica, nos mantemos focados em atingir nosso objetivo de receitas unitárias positivas até o fim do ano”, disse Glen Hauenstein, presidente da Delta. “Nós continuaremos a nos mover de maneira rápida e agressiva com todos os nossos recursos comerciais, incluindo uma redução adicional de um ponto em nossos níveis de capacidade do quarto trimestre, para assegurar que o impulso que necessitamos para atingir este objetivo seja criado.”

Apesar dos investimentos significativos da Delta em seus funcionários, produtos e serviços, o crescimento das despesas não relacionadas a combustível da Delta continua no caminho para estar abaixo de 2% no ano e foi semelhante no segundo trimestre.

Em uma base GAAP, a despesa com combustível da Delta teve um declínio de US$ 305 milhões e a despesa com combustível ajustada sofreu uma queda de US$ 408 milhões em comparação ao mesmo período do ano anterior, devido a preços de combustível mais baixos. As perdas de hedge da Delta para o trimestre totalizaram US$ 614 milhões, sendo que US$ 455 milhões foram de liquidações prévias, e não são esperadas perdas de hedge adicionais em 2016.

A Delta gerou US$ 3,2 bilhões em fluxo de caixa operacional em uma base GAPP, US$ 2,6 bilhões em fluxo de caixa operacional ajustado e US$ 1,6 bilhão de fluxo de caixa livre durante o trimestre, permitindo os seguintes investimentos:

  1. US$ 1 bilhão retornou à operação, incluindo US$ 800 milhões em investimentos de frota.
  2. US$ 135 milhões em contribuições de planos de pensões, completando o US$ 1,3 bilhão que estava planejado para contribuições em pensões neste ano.
  3. Retornou US$ 1,1 bilhão a seus acionistas, composto de US$ 103 milhões de dividendos e US$ 1 bilhão em recompras de ações.

Durante o trimestre, a agência de classificação de risco de crédito, FitchRatings, atualizou a classificação de crédito corporativo da Delta para BBB-, uma classificação de grau de investimento, em reconhecimento ao fortalecimento da situação financeira da companhia aérea.

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