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Delta apresenta novas iniciativas contra o tráfico de pessoas e reúne funcionários com Terry Crews e o CEO Ed Bastian antes do grande jogo

A companhia aérea lança campanha de conscientização sobre o tráfico de seres humanos para atrair seus clientes para essa luta

anti human trafficking airport sign.jpgEm homenagem ao Dia Mundial Contra o Tráfico de Pessoas, no 11 de janeiro, a Delta Air Lines recebeu Terry Crews, da iniciativa Silence Breaker, a prefeita de Atlanta Keisha Lance Bottoms, o CEO da Polaris, Bradley Myles, e Megan Lundstrom, sobrevivente do tráfico de pessoas, para a terceira reunião anual da companhia aérea na luta contra o tráfico de pessoas, conduzida pelo CEO da Delta, Ed Bastian. Os participantes ouviram as perspectivas em primeira pessoa, aprenderam como o crime impacta a aviação e as pequenas ações para interromper o tráfico de pessoas nos sistemas de transporte no Delta Flight Museum.

Setenta e um por cento das vítimas de tráfico de mão de obra relatam que foram levadas para os Estados Unidos por avião. Por isso, semanas antes do grande jogo e da chegada dos torcedores no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta, que é a cidade de origem a Delta, a companhia aérea anunciou novas iniciativas de conscientização dos passageiros nos aeroportos e, pela primeira vez, nas telas de entretenimento a bordo.

“O tráfico é um assunto obscuro – mas, nessa escuridão encontramos uma grande oportunidade para que as 80 mil pessoas da Delta, de mãos dadas com nossos 200 milhões de clientes, realizem mudanças e, por fim, salvem vidas”, disse Allison Ausband, Vice-Presidente Sênior de Serviços a Bordo. “Com mais de 56 mil funcionários treinados para identificar situações que indicam tráfico de pessoas, apresentamos uma campanha de conscientização dos clientes que unirá todos nós, enviando uma mensagem clara aos traficantes de que eles não são bem-vindos em nossos aviões ou em nossos aeroportos.”

A campanha, que usa #GetOnBoard nas redes sociais, foi desenvolvida juntamente com especialistas em combate ao tráfico de pessoas da Polaris e convoca os clientes para o embarque e atenção às 25 milhões de pessoas que são usadas no tráfico de mão de obra hoje. A campanha inclui placas nos aeroportos e um vídeo a bordo que apresenta uma história da escravidão moderna, mostrando a dinâmica oculta do tráfico e destacando indicadores que podem ser observados nas vítimas como, por exemplo, no olhar de um menino.

“Ele não é meu tio, isso foi o que ele me disse para eu falar”, o menino sussurra, mostrando um relacionamento enganoso do cenário comum do tráfico, enquanto o traficante dorme ao lado dele. O vídeo exibido na tela do sistema de entretenimento da Delta aumenta a conscientização dos passageiros sobre um cenário que pode ocorrer nos assentos da frente.

O vídeo começa com um anúncio em todas as aeronaves equipadas com telas no encosto dos assentos durante o mês de janeiro, o mês da conscientização sobre o tráfico de pessoas. Também fornece o número da linha direta nacional de denúncia de tráfico de pessoas, um recurso para que as vítimas e a comunidade denunciem essas atividades ou acessem apoio, com a qual a Delta dedicou US$ 1 milhão.

Novas placas estão sendo colocadas nos principais hubs da companhia antes do evento esportivo, em fevereiro, para educar o público sobre indicações do tráfico de pessoas. Além disso, a edição de janeiro da Sky Magazine da Delta aborda o tema em toda a edição com a mensagem de Ed Bastian, a entrevista com a estrela de capa Jada Pinkett-Smith e um anúncio de conscientização.

Campanha #GetOnBoard da Delta

O compromisso da Delta de combater o tráfico de pessoas começou em 2011, quando tornou-se primeira companhia aérea a assinar o Código de Conduta da ECPAT. O esforço se estende desde os diretores de todas as divisões da empresa, como o que Bastian chama de “rastro na areia”. Bastian também convocou outros líderes corporativos de corporações importantes para participar da causa, organizando o “Mesa Redonda de CEOs” na sede da Delta, em Atlanta, ampliando a missão e fazendo com que grandes instituições desenvolvam suas próprias estratégias contra o tráfico de pessoas.

Os clientes podem participar dessa luta doando milhas por meio da Polaris usando o programa Skywish da Delta. As milhas são usadas para levar as vítimas para casa ou local seguro, onde podem receber cuidados intensivos e suporte jurídico. Até o momento, o programa forneceu 60 voos para sobreviventes do tráfico, e a Delta está usando os primeiros 3 milhões de milhas doadas.

A companhia aérea também fez uma parceria com a Polaris para lançar o treinamento líder do setor no ano passado. Os 535 funcionários Delta que trabalharão como voluntários em um grande evento esportivo receberam treinamento para detectar a exploração, além dos 56 mil funcionários que foram treinados para identificar e denunciar o tráfico de pessoas em casa, a bordo ou onde quer que as viagens os levem ao redor do mundo.

A Delta oferece aos funcionários oportunidades de voluntariado em 13 cidades para apoiar os sobreviventes em sua recuperação. Além disso, concede cursos de aprendizado para sobreviventes em sua sede em Atlanta para fornecer desenvolvimento de carreira e oportunidades para capacitação profissional.

“Nosso compromisso é consistente, dedicado até que cada pessoa seja liberada: estamos todos nessa causa e não desistimos”, disse Ausband.

A companhia aérea também apoia os sobreviventes no esforço para influenciar a legislação contra o tráfico. No dia 24 de janeiro, Mimi Braniff, Diretora-Gerente de Assuntos Governamentais da Delta, falará sobre as melhores práticas da companhia para lidar com esse problema na Câmara do Comércio dos Estados Unidos.

 

Foto: Placa de conscientização sobre o tráfico de pessoas da Delta/Polaris colocada no aeroporto.

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